domingo, abril 27, 2008

Um brinde...

O primeiro brinde foi com sabor a morango, e depois deste, uma jornada de brindes intermináveis com sabor a cumplicidade.
Fiz uma amiga, ganhei uma irmã e até uma afilhada, és a nossa menina e sem ti a minha (nossa) vida não tinha metade da piada.Por isso, hoje, brindo à alegria de te ter perto e ao desejo de querer que sejas sempre tão única, tão intensa, tão amiga, tão genuína, tão marcante em todos os meus (nossos) dias.
Iremos brindar juntas, por muitos e valentes anos e estou a contar com essa força poderosa para me fazer chorar a rir quando já me tiverem caído todos os dentes e já tiver perdido a audição, pois contigo não preciso deste sentido, a nossa linguagem já é outra.
Amo-te, minha amiga, pela eternidade.

quarta-feira, abril 23, 2008

O dia hoje é longo e de difícil concentração mas é também um dia de bolinho ( quase que era um de 23 ovos) e tinha que passar por cá para dar os parabéns à linda Mo Cuishle, que hoje festeja a continuação dos 31. E a ela desejo-lhe força nas pernas para aguentar o RPM por muito tempo (vá, pelo menos até finais de Julho), força nos dedos para teclar nos momentos de loucura agressivo-compulsiva a que estamos sujeitas diariamente e boa disposição, sim sempre essa boa disposição mal encarada, de quem se chateia com tudo mas não se chateia com nada (a rima foi despropositada mas hoje fica). É verdade, e não te esqueças dos trabalhos de casa do pilates, exercícios ao assoalho pélvico… não vás tu mudar de ideias e quereres, agora que chegaste aos segundos 31. Parabéns e muitas felicidades.

terça-feira, abril 08, 2008

Nunca mais cresço...
Irrita-me a frase “eu sou assim”, a palavra morcona, a falta de civismo nas escadas rolantes (que custa encostarem-se a um dos lados da escada para quem tiver com pressa passar? Custa pensar nos outros é o que é), irritam-me pessoas demasiado amorosas, as mesas mancas, meter gasolina (e ficar sem ela nem se fala), irrita-me o Domingo à noite, mais precisamente a hora de me deitar, irritam-me os dias anteriores ao meu aniversário porque me deparo sempre com um dos meus maiores defeitos. Arre, tantos anos e nunca mais cresço.

sexta-feira, abril 04, 2008

TURISMO INFINITO


Fomos 5 e revisitamos ontem, encantadas, os heterónimos de Fernando Pessoa e as cartas ridículas de Ofélia Queirós no Teatro Nacional de São João, numa peça de António M. Feijó, encenada meticulosamente por Ricardo Pais.

Assumimos a imagem de José Eduardo Silva como a imagem desleixada de Bernardo Soares, o humilde guarda-livros que sonhava fumando…

Criei em mim várias personalidades. Crio personalidades constantemente. Cada
sonho meu é imediatamente, logo ao aparecer sonhado, encarnado numa outra
pessoa, que passa a sonhá-lo, e eu não.
Para criar, destruí-me; tanto me
exteriorizei dentro de mim, que dentro de mim não existo senão exteriormente.
Sou a cena viva onde passam vários actores representando várias peças."


A voz de Pedro Almendra levou-nos ao enigmático Fernando Pessoa …

Cerca de grandes muros quem te sonhas.
Depois, onde é visível o jardim
Através do portão de grade dada,
Põe quantas flores são as mais risonhas,
Para que te conheçam só assim.
Onde ninguém o vir não ponhas nada.


Faze canteiros como os que outros têm,
Onde os olhares possam entrever
O teu jardim com lho vais mostrar.
Mas onde és teu, e nunca o vê ninguém,
Deixa as flores que vêm do chão crescer
E deixa as ervas naturais medrar.


Faze de ti um duplo ser guardado;
E que ninguém, que veja e fite, possa
Saber mais que um jardim de quem tu és -
Um jardim ostensivo e reservado,
Por trás do qual a flor nativa roça
A erva tão pobre que nem tu a vês...


A surpreendente interpretação de João Reis fideliza o sensacionismo de Alvaro de Campos, o Engenheiro Naval que canta o mundo moderno e que intelectualiza sensações, talvez fruto do ópio ou apenas da sua morbidez inconformista…

Ao volante do Chevrolet pela estrada de Sintra,
Ao luar e ao sonho, na estrada deserta,
Sozinho guio, guio quase devagar, e um pouco
Me parece, ou me forço um pouco para que me pareça,
Que sigo por outra estrada, por outro sonho, por outro mundo,
Que sigo sem haver Lisboa deixada ou Sintra a que ir ter,
Que sigo, e que mais haverá em seguir senão não parar mas seguir?


Vou passar a noite a Sintra por não poder passá-la em Lisboa,
Mas, quando chegar a Sintra, terei pena de não ter ficado em Lisboa.
Sempre esta inquietação sem propósito, sem nexo, sem conseqüência,
Sempre, sempre, sempre,
Esta angústia excessiva do espírito por coisa nenhuma,
Na estrada de Sintra, ou na estrada do sonho, ou na estrada da vida...



Descobrimos também o único heterónimo feminino de Fernando Pessoa, a corcunda Maria José, interpretada divinalmente por Emília Silvestre numa carta ao “Senhor António”…

“Senhor António:
O senhor nunca há de ver esta carta, nem eu a hei de ver segunda vez porque estou tuberculosa, mas eu quero escrever-lhe ainda que o senhor o não saiba, porque se não escrevo abafo.
O senhor não sabe quem eu sou, isto é, sabe mas não sabe a valer. Tem-me visto à janela quando o senhor passa para a oficina e eu olho para si, porque o espero a chegar, e sei a hora que o senhor chega. Deve sempre ter pensado sem importância na corcunda do primeiro andar da casa amarela, mas eu não penso senão em si. Sei que o senhor tem uma amante, que é aquela rapariga loura alta e bonita; eu tenho inveja dela mas não tenho ciúmes de si porque não tenho direito a ter nada, nem mesmo ciúmes. Eu gosto de si porque gosto de si, e tenho pena de não ser outra mulher, com outro corpo e outro feitio, e poder ir à rua e falar consigo ainda que o senhor me não desse razão de nada, mas eu estimava conhecê-lo de falar.(…)”


O guardador de rebanhos Alberto Caeiro, interpretado por Luís Araújo deixa uma breve passagem pela simplicidade e pelo mundo exterior:

Noite de S. João para além do muro do meu quintal.
Do lado de cá, eu sem noite de S. João.
Porque há S. João onde o festejam.
Para mim há uma sombra de luz de fogueiras na noite,
Um ruído de gargalhadas, os baques dos saltos.
E um grito casual de quem não sabe que eu existo.



Terminou uma hora e meia depois com sabor a pouco e parecendo incompleta, talvez por isso o infinito…

É talvez o último dia da minha vida.
Saudei o sol, levantando a mão direita,
Mas não o saudei, dizendo-lhe adeus,
Fiz sinal de gostar de o ver antes: mais nada.

segunda-feira, março 31, 2008

Foto: CrisSant
Depois de adormecer e ficar parada sem gasolina num dos sítios mais transitocatastróficos de Matosinhos, depois de dezenas de buzinadelas pouco compreensivas à situação em que me encontrava, consegui ser mal-educada com a única pessoa que me tentou ajudar. Lição número um, primeiro escutar e depois falar (neste caso seria primeiro escutar e depois agradecer), lição número dois mais vale chegar 5m atrasada do que 1 hora, lição número três, não hesitar em pedir desculpa, pois, poderá não haver outra oportunidade.
Como não tenho outra oportunidade e mesmo sabendo que a pessoa nunca as vai receber, peço por aqui desculpas pelo “Que foi?” e por ter contribuído para que alguém, um dia, hesite em voltar a oferecer ajuda.

sexta-feira, março 14, 2008

Não há nada como uma greve à Sexta-feira.

Autor Carton: Pedro Alves
http://www.sergeicartoons.com/Cartoons/Financas/greve-funcao-publica.htm

quinta-feira, março 06, 2008

segunda-feira, março 03, 2008

Merece ser lido.


O bolhão que se f...!
8:00 Segunda-feira, 3 de Mar de 2008



EU GOSTO do Mercado do Bolhão, pedaço obrigatório do itinerário de qualquer campanha eleitoral. Apesar de todos irem lá mostrar os sorrisos às peixeiras do Bolhão, o Bolhão vai abaixo e as peixeiras que se f..., como diz uma delas. "E agora querem expulsar-nos daqui, f...-se!" Vamos lá ver, vamos lá ver se não. Se salvamos o Bolhão. As câmaras municipais, sobretudo as das grandes cidades, têm tendência para pensar que as cidades lhes pertencem e que se dobram aos seus desígnios. A participação dos cidadãos nas decisões de governo da cidade, e do governo dos bairros, é restrita e quase inexistente. A lassidão que entorpece os movimentos tem a ver com a mania de acharmos que compete ao estado resolver tudo e que nos limitamos a eleger funcionários políticos e a pagar impostos. Em Lisboa, é manifesto o desprezo dos lisboetas pela cidade, visível no modo como as ruas são tratadas como lixeira, cinzeiro do carro ou casa de banho canina. No modo como os parques e jardins são ignorados. No modo como os carros de fora da cidade invadiram a cidade e ocuparam todo o espaço disponível.
Uma cidade tem de ser habitada e vivida por dentro e os mercados são uma parte histórica da vida das cidades. As cidades não podem ser dadas nem vendidas a quem dá mais, nem a troco de milhões e ideias de "progresso" podemos alienar património que é de todos. Em Lisboa, vimos o desfecho da história do Parque Mayer e do Casino da Expo, e dos milhões pagos pela Estoril-Sol que ninguém sabe muito bem onde andam e para que servem. Vimos como um edifício público foi vendido a privados depois de modificada a lei pelo Governo sem que a cidade beneficiasse. Perdeu-se um edifício e ganhou-se um casino. O Parque Mayer lá está, decrépito, sem Frank Ghery e com ervas daninhas.
A lição do Parque Mayer e a da irresponsabilidade dos governantes não foi aprendida. No Porto, uma empresa holandesa propõe-se, com contrapartidas irrelevantes, um milhão de euros e um por cento dos lucros ao fim de 10 anos, ficar com a concessão do Bolhão por 50 anos e destruir todo o mercado deixando apenas a fachada, e "arrumando" os vendedores num andar como animais no zoológico, numa espécie de parque temático. Olhem e vejam o que era um mercado antigamente. O negócio é uma mina de oiro, lojas e habitação, estacionamentos, o costume. Mais um centro comercial onde já existem dois ou três, iluminados a luz branca, artificiais e clínicos, com as "franchises" do costume. Em Cascais, José Luís Judas decidiu tapar toda a frente marítima junto à estação de comboios instalando um mono na paisagem que é hoje um atentado civilizacional e patrimonial. Ninguém aprecia o mono, usam-no, apenas. Cascais, uma vila junto ao mar que podia e devia ter um mercado, ficou com mais um "shopping".
Em Lisboa, os mercados vão também acabando, "reconvertidos". Veja-se a morte da Ribeira, que era um mercado belíssimo para ir de manhãzinha e uma tradição que devia ter sido preservada e recuperada. A Câmara devia ter gasto dinheiro a tentar fazer os que se fez em Barcelona com La Boquería e com outros mercados, revitalizando os pontos de venda, investindo na formação e nas estruturas, abrindo restaurantes e balcões de comida, ajudando à recuperação do mercado como ponto de encontro cívico e humano e lugar de felicidade. E onde seja possível comprar flores e produtos frescos e escapar ao mundo liofilizado do hipermercado. Na Praça do Príncipe Real, em Lisboa, funciona um pequeno mercado de produtos biológicos que é um sucesso, com pessoas que ali se encontram, abastecem, tomam café, lêem o jornal, almoçam, passeiam e trazem as crianças e os cães para brincar. São lugares como este que devem preocupar as câmaras, lugares ao ar livre, vivos e vividos, sem música engarrafada nem falsos passarinhos que pipilam nas árvores de plástico. Este é o modelo. La Boquería é um dos lugares mais visitados e desfrutados de Barcelona, e lembra um bazar do Oriente, aberto e simples, cheio de coisas para comer e beber. Os mercados ao ar livre do Cairo ou de Telavive, de Mumbai ou de Londres, existem para nos lembrar um modo de vida mediterrânico e oriental, autorizado pelo calor e o clima. E, mesmo num clima frio, os mercados resistem porque fazem parte da vida da cidade. A destruição das Halles, em Paris, para construir aquele deprimente e mal frequentado "shopping", foi um erro urbanístico e gerou arrependimento. Em compensação, no bairro do Marais, apostou-se no comércio em pequena escala e na gastronomia ao ar livre, nos cafés de passeio. Nas cidades, o conservadorismo é um pensamento precioso.
Rui Rio tem governado até aqui como quis e muitas vezes contra a cidade. Se levar para a frente a sua intenção de se desfazer do Bolhão e assim autorizar a sua destruição, apesar do grande movimento cívico contrário, vai cometer o erro político da sua carreira. Pode ter a certeza de que a cidade perderá história e não ganhará progresso nem beleza. E a cidade não lhe perdoará. Terá o agradecimento da TramCroNe. Não chega. Com esta decisão, Rui Rio pode bem f...-se, com a devida licença e reticências. Tal como o Porto e o Bolhão.


quinta-feira, fevereiro 28, 2008

Competência
Aeroporto Francisco Sá Carneiro, considerado o melhor aeroporto da Europa (2007).

Beleza


Livraria Lello, considerada pelo jornal inglês britânico The Guardian como uma das mais belas do mundo.

terça-feira, fevereiro 26, 2008

Educação.
Sou trabalhadora do sector privado, avaliada duas vezes por ano quer haja ou não condições para tal, não posso faltar sem prejudicar a minha avaliação, o meu desempenho ou mesmo sem arriscar o meu despedimento, também sou confrontada com injustiças ou pseudo injustiças nessas avaliações e não subo no estatuto de carreira pelos anos que trabalhei mas pela minha competência e dedicação.

Caricatura: Henrique - Blog de Caricaturas

Se de alguma forma já apreciava a coragem da Ministra da Educação, com o prós e contras fiquei também a apreciar a boa educação, competência e profissionalismo, pois apresentou-se muito bem preparada ao contrário de professores e sindicatos que mais uma vez não conseguiram transmitir o porquê de tantos protestos. Triste figura foi a de Fernanda Velez que só demonstrou pedantismo, ignorância e falta de preparação, atributos totalmente reprováveis em alguém que tem como profissão educar.
Se têm alguma razão, e acredito que a possam ter, para professores, exprimem-se muito mal e não precisam que seja a Ministra a manchar-lhes a imagem.

segunda-feira, fevereiro 25, 2008

Bjork outra vez e desta vez na Zambujeira.
O Verão promete!

quarta-feira, fevereiro 20, 2008

Crime de dano qualificado

O acerto de contas e a reabilitação da baixa do Porto não podem ser assentes à custa do património da cidade. O bolhão é o coração da cidade do Porto que precisa de reabilitação, sim, mas não de um transplante.
Terão de ser os habitantes da cidade do Porto a reclamar e impedir que o projecto de mais um centro comercial avance e substitua o mercado mais emblemático da cidade do Porto, já que não podemos contar com a comunicação social (pobre triste que de tanto olhar para o umbigo está a ficar vesga), altamente centrista e que só vislumbra o que se passa na capital.

Crime de dano qualificado p. e p. no artigo 213.º, n.º l, al. d), do Código Penal, ex vi artigo 52.º da Lei n.º 13/85.
Dispõe o referido dispositivo legal do Código Penal que:
"1 - Quem destruir, no todo ou em parte, danificar, desfigurar ou tornar não utilizável: (...)
d) Coisa pertencente ao património cultural e legalmente classificada ou em vias de classificação; (...)
é punido com pena de prisão até 5 anos ou com pena de multa até 600 dias."
O art.º 52.º determina que as infracções ou falta de cumprimento das disposições, no que respeita a bens culturais classificados ou em vias de classificação, serão julgadas nos tribunais comuns e consideradas como prejuízos causados voluntariamente ao Estado, sendo os danos de bens culturais especialmente qualificados nos termos do Código Penal.


Foto: António Ramos

domingo, fevereiro 17, 2008

STAR TRACKING SÃO PAULO
É PRECISO SAIREM DO PAÍS PARA TEREM VALOR...


sexta-feira, fevereiro 15, 2008

Hoje...
estou mais orgulhosa do que nunca, mais alegre do que nunca, mais amiga do que nunca, mais amada do que nunca, mais mulher do que nunca, mais filha do que nunca, mais feliz do que nunca mas com mais medo do que nunca porque tenho tudo a perder.

Foto:Filipe Santos [Lipas]
http://olhares.aeiou.pt/s_t/foto1756645.html

quinta-feira, fevereiro 14, 2008


Recomenda-se…

Nunca fui muito adepta de ginásios, aborrecia-me. A definição corporal não era, nunca foi motivação suficiente. Em tempos preferi o Volei pelo Boavista FC, o Andebol pela Escola Maria Lamas, o surf pelo Surf Clube do Porto ou Miramar a um qualquer ginásio de exercícios individuais, que cheguei a frequentar durante um espaço muito curto de tempo.
No final do ano passado, devido a descontos de que beneficio e por questões de postura, pulmões, gorduras localizadas, nervos em franja e enfadamento, voltei ao ginásio e eis que, para minha admiração, estou fascinada e sobretudo motivada.
Correndo todas as máquinas de cárdio, passando por algumas aulas de dança, step, etc acabo o dia/noite no jacuzi, sauna e/ou banho turco (pois que agora está tudo incluído nos packs), e isto minhas amigas e meus amigos é vida boa, mereço este bom pedaço do dia, mereço estas belas horas só para mim e o meu corpo tem agradecido bastante. As dores nas costas, mão e braços das 10H que passo em frente ao computador deram-me férias, os pulmões deram sinais de vida e a minha pele (nem que seja apenas dos meus olhos) rejuvenesceu. Resumindo, sinto-me bem, ponto.
Esta semana, de salto em salto de aula para aula, descubro Pilates e veio completar todo este bem-estar e recomenda-se. Pilates é um método de exercícios que visa fortalecer os músculos, melhorar postura e flexibilidade e desenvolver o equilíbrio. São exercícios suaves, relaxantes que movimentam todos os músculos do corpo nomeadamente os músculos à volta da coluna e músculos abdominais. Além do relaxamento que experimentei durante o resto do serão, no dia seguinte descobri músculos que não fazia a menor ideia que existiam, e isto tudo apenas entre movimentos suaves, posições de equilíbrio e exercícios de respiração. Mais uma vez recomenda-se.

sexta-feira, fevereiro 08, 2008

3º Lugar Sports Action no World Press Photo 2008.

Miguel Lopes Barreira, Portugal Record.
Bodyboarder Jaime Jesus
Praia da Nazaré a 16 de Dezembro

Belisquem-me!!!

Os Sex Pistols são a primeira banda confirmada para o Festival de Paredes de Coura a realizar-se entre 31 de Julho e 03 de Agosto.




Não, belisquem-me!!!!!

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

Comunicado
A Comissão de Jovens de Ramalde é uma associação juvenil com grandes preocupações no âmbito da preservação do património e ambiente em Ramalde. Nessa qualidade, no próximo dia 9 de Fevereiro de 2008 (Sábado) faremos uma visita ao Parque de Campismo da Prelada pelas 10h30m. A concentração far-se-á junto da porta principal. Esta visita, inserida nas comemorações do 25º aniversário da associação, servirá para que todos os interessados da freguesia vejam o estado do antigo parque de campismo da Prelada e do edificado de Nicolau Nasoni. Contamos com a sua presença. Com saudações juvenis, Joel Azevedo


quarta-feira, fevereiro 06, 2008

A.T.F.A.E.

Teria que ser discreta e intensa para te fazer justiça com as minhas palavras, infelizmente são pobres perante tal sabedoria racional e emocional. E porque gostas mais de acção do que palavras, mais de festa do que melancolia, apenas quero marcar nesta minha caixa de recordações mais um aniversário que festejo ao teu lado e espero continuar a festejar todos os anos da minha vida e sempre, sempre com essa tua leveza e arte de viver que contamina todos os que te rodeiam. Os anos passaram por ti e mal te tocaram, apenas te refinaram mais e mais… e como refinaram!Para ti quero apenas aquilo que mais desejas, viver alegremente e intensamente cada milésimo de segundo pois como arduamente aprendeste e me ensinaste é aqui que tudo se ganha e tudo se perde.A.T.F.A.E.